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Avaliação da monensina administrada pela forma convencional ou por dispositivo de liberação lenta (bólus) em bovinos alimentados com forragens de baixo valor nutritivo e suplementados ou não com uréia

Paulo Henrique Mazza Rodrigues Kleber da Cunha Peixoto Júnior; Sergio Carlo Franco Morgulis; Estela Jorge Alves da Silva; Paula Marques Meyer; Alexandre Vaz Pires

Revista Brasileira de Zootecnia Viçosa v. 36, n. 6, p. 1937-1944, 2007

Viçosa 2007

Localização: ESALQ - Biblioteca Central    (Acervo de Peridicos ) e outros locais(Acessar)

  • Título:
    Avaliação da monensina administrada pela forma convencional ou por dispositivo de liberação lenta (bólus) em bovinos alimentados com forragens de baixo valor nutritivo e suplementados ou não com uréia
  • Autor: Paulo Henrique Mazza Rodrigues
  • Kleber da Cunha Peixoto Júnior; Sergio Carlo Franco Morgulis; Estela Jorge Alves da Silva; Paula Marques Meyer; Alexandre Vaz Pires
  • Assuntos: ÁCIDOS GRAXOS; COMPOSTOS ORGÂNICOS; FORRAGEM; NUTRIÇÃO ANIMAL; RUMINANTES; SUPLEMENTOS ALIMENTARES PARA ANIMAIS
  • É parte de: Revista Brasileira de Zootecnia Viçosa v. 36, n. 6, p. 1937-1944, 2007
  • Notas: Disponível: . Acesso em 23 out. 2013
  • Notas Locais: Na FMVZ, ver acervo: ROD-93 Documento Digital;Na FMVZ, ver acervo: Revista Brasileira de Zootecnia, v. 36, n. 6, p. 1937-1944, 2007
  • Descrição: Foi objetivo desta pesquisa avaliar os efeitos da monensina sódica administrada pela forma convencional ou por dispositivo de liberação lenta sobre o perfil fermentativo ruminal de bovinos alimentados com volumosos de baixo valor nutritivo e suplementados ou não com nitrogênio não-protéico. Doze fêmeas bovinas (736 kg de PV) fistuladas no rúmen foram distribuídas em blocos em função do peso vivo, utilizando-se dois períodos sucessivos de 28 dias cada (24 unidades experimentais). O arranjo de tratamentos - combinados com a presença ou ausência de suplementação diária de 20 g uréia/100 kg PV - correspondeu ao fatorial 3 x 2, no qual duas formas de administração de monensina (convencional ou dispositivo de liberação lenta), na dose de 300 mg/anim.dia, foram comparadas ao controle. O feno de Tifton 85 de baixo valor nutritivo foi o único alimento oferecido. Amostras de líquido ruminal foram coletadas no 28º dia às 0, 2, 4, 6 e 8 horas após a primeira refeição e o feno, incubado por 0, 6, 12, 24, 48, 72 e 96 horas, entre o 24º e 27º dia, para avaliação da degradabilidade in situ. O único efeito causado pela administração da uréia foi o aumento das concentrações ruminais de nitrogênio amoniacal. Independentemente da suplementação com uréia, os tratamentos convencional e com bólus diminuíram o consumo de MS em 25,4 e 27,8%, respectivamente, e a degradabilidade efetiva da FDN do feno em 17,4 a 34,4% e 11,9 a 12,7%, dependendo da taxa de passagem ruminal utilizada,
    e aumentaram a concentração molar de ácido propiônico em 60,2 e 42,7%, quando comparados ao controle. Entretanto, não alteraram o pH, a concentração total de AGVs ou de amônia. Com base na relação acetato/propionato ruminal, o tratamento com bólus apresentou eficiência de 77%, em relação ao tratamento convencional, o que corresponde a uma liberação de 232 mg de monensina sódica/anim.dia
  • Editor: Viçosa
  • Data de criação/publicação: 2007
  • Formato: p. 1937-1944.
  • Idioma: Português

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