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Influence of diabetic neuropathy on gait complexity

Vanessa Raquel Metz Rodrigo Maciel Andrade; Adriana Machado-Lima; Alberto Carlos Amadio; Júlio Cerca Serrão; Julia Maria D'Andrea Greve; Angélica Castilho Alonso

Revista Brasileira Medicina Esporte São Paulo v. 26, n. 5, p. 431-435, set/out 2020

São Paulo 2020

Acesso online. A biblioteca também possui exemplares impressos.

  • Título:
    Influence of diabetic neuropathy on gait complexity
  • Autor: Vanessa Raquel Metz
  • Rodrigo Maciel Andrade; Adriana Machado-Lima; Alberto Carlos Amadio; Júlio Cerca Serrão; Julia Maria D'Andrea Greve; Angélica Castilho Alonso
  • Assuntos: DIABETES MELLITUS; ENVELHECIMENTO; MARCHA (LOCOMOÇÃO)
  • É parte de: Revista Brasileira Medicina Esporte São Paulo v. 26, n. 5, p. 431-435, set/out 2020
  • Notas: Disponível em: https://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1517-86922020000500431&tlng=en. Acesso em 02 nov. 2020
  • Descrição: Introdução: A marcha humana é um movimento complexo dependente de controle neural multinível, que permite um padrão periódico uniforme, regular e complexo, que a caracterizam como um sistema não linear. O déficit sensitivo e motor com diminuição das respostas proprioceptivas pode diminuir a capacidade de adaptação do sistema, como já demonstrado nas doenças de Parkinson, Alzheimer e Huntington. Contudo, pouco se conhece sobre o efeito da neuropatia diabética periférica nessas respostas. Objetivos: Analisar a influência da neuropatia diabética periférica na entropia em diferentes ambientes de marcha. Métodos: Dez idosos, sem e com diagnóstico de neuropatia diabética periférica, caminharam em esteira rolante (velocidade inicial 3 km/h e incremento de 0,5 km/h a cada 5 minutos até a velocidade 5 km/h) para o registro da aceleração do centro de massa nos componentes vertical, médio-lateral, e anteroposterior ao longo de todo teste. A entropia amostral dos três vetores foi calculada para cada velocidade de teste. Resultados: O componente vertical não apresentou nenhuma diferença com significância estatística. O componente médio-lateral mostrou diferenças com significância estatística para os fatores grupo, velocidade e interação entre os fatores (grupo e velocidade). O componente anteroposterior apresentou diferenças com significância estatística para o fator grupo, mas não para o fator velocidade e interação entre os fatores (grupo e velocidade). Em todas as comparações, foram encontrados tamanhos de efeito classificados como grandes. Conclusões: A neuropatia diabética periférica produziu alterações na capacidade de adaptação sobre as variações do ambiente durante a marcha, provavelmente, em decorrência de alterações da complexidade do sistema de controle neural multinível, que depende da retroalimentação sensitiva e motora, sabidamente afetadas pela neuropatia
  • Editor: São Paulo
  • Data de criação/publicação: 2020
  • Formato: p. 431-435.
  • Idioma: Inglês

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