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Estudo anatômico dos plexos lombar, sacral e coccígeo em macaco Cebus apella origem, composição e nervos resultantes

Roseâmely Angélica de Carvalho-Barros Irvênia Luiza de Santis Prada

2002

Localização: FMVZ - Fac. Med. Vet. e Zootecnia    (T.1129 FMVZ e.2 )(Acessar)

  • Título:
    Estudo anatômico dos plexos lombar, sacral e coccígeo em macaco Cebus apella origem, composição e nervos resultantes
  • Autor: Roseâmely Angélica de Carvalho-Barros
  • Irvênia Luiza de Santis Prada
  • Assuntos: PLEXO DE ANIMAL; MACACOS PREGO; CEBIDAE; NEUROANATOMIA DE ANIMAL; ANATOMIA
  • Notas: Dissertação (Mestrado)
  • Descrição: Os primatas não-humanos tem se constituído em importante grupo dentre os animais submetidos a estudos diversos, o que se reveste de suma importância até para o entendimento de sua própria evolução, somando-se ao fato de que o conhecimento pormenorizado de sua Anatomia pode representar fator importante para sua preservação e proteção. Por outro lado, dentro do sistema neural, mostra particular interesse o estudo comparativo da composição do plexo lombossacral, representativo da origem dos nervos que se destinam aos membros pélvicos, segmento anatômico este de considerável importância, relativamente aos aspectos evolutivos de postura e locomoção. O objetivo deste trabalho é conhecer a origem, a composição e os nervos resultantes dos plexos lombar, sacral e coccígeo do Cebus apella, visando um melhor entendimento da inervação da pelve e membro pélvico desse animal. A literatura ao nosso alcance não revelou citação alguma específica sobre o tema, para essa espécie. Utilizamos 20 animais, sendo 10 machos e 10 fêmeas, os quais compõem o acervo de peças anatômicas existentes no laboratório de Anatomia da Universidade Federal de Uberlândia, onde se encontram conservados. A preparação das peças anatômicas seguiu metodologia usual empregada em estudos anatômicos. Após análise cuidadosa das peças, verificou-se que o plexo lombossacrococcígeo do Cebus apella, está quase sempre separado em segmentos lombar, sacral e coccígeo. Há consideráveis variações entre espécimes e
    entre antímeros de um mesmo animal. Há participação na formação do plexo lombar, de raízes 'L IND. 2' a 'L IND. 4', com maior freqüência de 'L IND. 3' e 'L IND. 4', já o plexo sacral recebe contribuições de 'L IND. 4' a 'S IND. 4' e o plexo coccígeo de 'S IND. 3' a C'O IND. 3'. Em 75% dos casos, o plexo lombar direito está formado por 'L IND. 2', 'L IND. 3' e 'L IND. 4', em 55%, apenas por 'L IND. 4' e 'L IND. 4', em 20% por 'L IND. 2', 'L IND. 3', )'L IND. 4' e em 5%, 'L IND. 5' contribui, enquanto que no antímero esquerdo em 80% houve participação de 'L IND. 2', 'L IND. 3' e 'L IND. 4'; sendo que, em 50% de 'L IND. 3' e 'L IND. 4', em 30% de 'L IND. 2', 'L IND. 3', 'L IND. 4'4 e 'L IND. 5' e em 15%, 'L IND. 5' está presente e em 5% apenas 'L IND. 2' e 'L IND. 3'. O plexo sacral direito constitui-se de 'L IND. 4' a 'S IND. 4'; em 30% de 'L IND. 4' a 'S IND. 2'; em 25% de 'L IND. 4' a 'S IND. 3', em 25% de 'L IND. 5' a 'S IND. 2'; em 10% de 'L IND. 5' a 'S IND. 3' e, 10% outras ocorrências. Já no antímero esquerdo 80% apresentou plexo formado por 'L IND. 4' a 'S IND. 3', sendo que destes, 35% recebeu contribuição de 'L IND. 4' a 'S IND. 2'; 25% de 'L IND. 4' a 'S IND. 3'; 15% de 'L IND. 5' a 'S IND. 2' e 5% de 'L IND. 5' a 'S IND. 4'. O plexo coccígeo está constituído por ramos de S3 a Co3 sendo que em 65% o limite cranial é S3 e em 35% é 'S IND. 4'. O número de anastomoses é variável em qualquer dos três plexos. O tronco simpático está presente e contêm cinco ou seis
    gânglios, cada um com o seu ramo comunicante cinzento. Os nervos oriundos do plexo lombar são: cutâneo femoral lateral, femoral, obturatório; do plexo sacral, o isquiático e pudendo e, do plexo coccígeo, o grande nervo da cauda
  • Data de criação/publicação: 2002
  • Formato: 146 p.
  • Idioma: Português

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