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Efeitos da gonadotrofina coriônica humana (hCG) sobre as características reprodutivas de fêmeas eqüinas candidatas a receptoras de embriões

Sousa, Fernando Augusto Cogo De

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia 2006-06-26

Acesso online. A biblioteca também possui exemplares impressos.

  • Título:
    Efeitos da gonadotrofina coriônica humana (hCG) sobre as características reprodutivas de fêmeas eqüinas candidatas a receptoras de embriões
  • Autor: Sousa, Fernando Augusto Cogo De
  • Orientador: Arruda, Rubens Paes de
  • Assuntos: Eqüinos; Hcg; Hormônios Progestacionais; Transferência De Embriões; Embryo Transfer; Equine; Progestational Hormones
  • Notas: Dissertação (Mestrado)
  • Descrição: Visando elevar a taxa de concepção das receptoras em programas de transferência de embriões (TE), pesquisadores têm buscado aumentar o perfil progesterônico visando aumentar a taxa de prenhez. Para isto, tem se utilizado fármacos, como anti-prostaglandínicos, progesterona, gonadotrofina coriônica humana (hCG) e análogos do GnRH. Estes estudos vêm apresentando resultados de grande importância, uma vez que o aumento do perfil progesterônico torna possível diminuir o número de receptoras por embrião, minimizando os custos e com isso possibilitando uma maior difusão da técnica de TE. Neste estudo a hCG foi utilizada no intuito de melhorar as condições reprodutivas de fêmeas eqüinas candidatas a receptoras de embriões. As éguas foram divididas em três grupos: G 1 (n=28)- administração, IM, de 1 mL de solução fisiológica, quando o folículo atingiu diâmetro médio ≥ 35 mm; G 2 (n=28)- administração de 2.500 UI de hCG (Vetecor®), IM, quando o folículo atingiu diâmetro médio ≥ 35 mm e G 3 (n=28)- administração de 2.500 UI de hCG (Vetecort®), IM, no dia seguinte a ovulação (D1). Nos três grupos foram avaliadas, no D6, por palpação retal e/ou ultra-sonografia as seguintes características reprodutivas: tônus uterino e cervical, morfoecogenicidade uterina e luteal e diâmetro do corpo lúteo. De acordo com estes dados as fêmeas eqüinas foram ordenadas como de 1ª, 2ª, 3ª ou 4ª escolha, sendo as éguas que apresentaram as características reprodutivas desejadas em receptoras foram consideradas como de 1ª escolha, e as que apresentaram as características menos desejadas como 4ª escolha. As concentrações plasmáticas de progesterona foram mensuradas nos dias D0, D2, D4, D6 e D8. Foi encontrada maior concentração de progesterona plasmática nos grupos tratados (G2 e G3) em relação ao controle (G1) no dia da ovulação (D0), no D4 e na concentração média total dos dias [(D0+D2+D4+D6+D8)/5] (P<0,05). O tônus cervical apresentou diferença entre os grupos (P<0,05), sendo que o G3 foi o melhor grupo para essa categoria reprodutiva. A ordem de escolha da receptora diferiu (P<0,05) entre os grupos, sendo que o G3 apresentou uma maior porcentagem de éguas classificadas como de 1ª escolha. Constatou-se correlação positiva e moderada entre o tamanho do corpo lúteo e a produção de progesterona (r=0,41) (P<0,05). Neste estudo pode-se concluir que: a hCG induz aumento na concentração plasmática de progesterona e eleva a porcentagem de receptoras aptas a receberem embriões; existe correlação entre o tamanho do corpo lúteo e a produção de progesterona; e a morfoecogenicidade do corpo lúteo não influencia na concentração plasmática de progesterona em fêmeas eqüinas.
  • DOI: 10.11606/D.10.2006.tde-16042007-141553
  • Editor: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia
  • Data de criação/publicação: 2006-06-26
  • Formato: Adobe PDF
  • Idioma: Português

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