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Reações adversas a medicamentos: coorte de pacientes ortopédicos

Martins, Tathiana Silva De Souza

Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Escola de Enfermagem 2015-09-08

Acesso online. A biblioteca também possui exemplares impressos.

  • Título:
    Reações adversas a medicamentos: coorte de pacientes ortopédicos
  • Autor: Martins, Tathiana Silva De Souza
  • Orientador: Secoli, Silvia Regina
  • Assuntos: Uso De Medicamentos; Reação Adversa A Medicamentos; Farmacovigilância; Farmacoepidemiologia; Enfermagem; Antibacterianos; Drug Utilization; Nursing; Pharmacoepidemiology; Pharmacovigilance; Anti-Bacterial Agents; Adverse Drug Reactions
  • Notas: Tese (Doutorado)
  • Descrição: Introdução: Reação Adversa a Medicamento (RAM) é qualquer resposta prejudicial ou indesejável e não intencional que ocorre com medicamentos em doses normalmente utilizadas no homem para profilaxia, diagnóstico, tratamento de doença ou para modificação de funções fisiológicas. Atualmente, representa uma das principais causas de morbidade e mortalidade na área da saúde. Objetivo: Analisar as reações adversas a medicamentos e fatores associados em pacientes ortopédicos tratados com antibióticos. Método: Coorte prospectiva conduzida com 273 pacientes ortopédicos internados no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, Rio de Janeiro, Brasil. A coleta de dados ocorreu nos anos de 2012 e 2013, por meio de instrumento composto por variáveis demográficas-clínicas e terapia medicamentosa. Para identificação das RAMs realizou-se o monitoramento ativo, composto de: entrevista, análise de prontuários e exames laboratoriais. As RAMs consideradas graves foram analisadas por meio do formulário do Instituto Catalão de Farmacologia, Espanha. Na análise dos dados utilizaram-se os testes Mann-Whitney, Qui-Quadrado, exato de Fisher e regressão logística, com significância de p 0,05. Resultados: A incidência de RAM foi de 41%. O grupo com RAM apresentou maior média de idade (43,3; DP 10,9), tempo de internação (72,7; DP 40,9) e número de medicamentos concomitantes (13,2; DP 4,1). Os fatores associados foram número de medicamentos, uso de antimicobacteriano (OR 2,44; IC 1,3944,270) e carbapenêmicos (OR 2,38; IC 1,167 4,872). Identificaram-se 466 RAM, cuja maioria (67,1%) foi classificada como leve. No grupo de pacientes com RAMs graves identificaram-se leucopenia (46,6%), insuficiência renal aguda (40%) e hepatite medicamentosa (26,6%). Os antibióticos foram os principais medicamentos suspeitos de causar as RAMs graves (76,4%), sendo os mais frequentes (23,5%) formados pela tríade: amicacina + vancomicina + piperacilina com tazobactam. Conclusão: A incidência de RAM é maior quando se incorpora ao serviço de farmacovigilância a técnica de monitoramento contínuo dos pacientes hospitalizados e se utiliza a analise de exames laboratoriais como preditores para suspeitas de RAMs potencialmente graves
  • DOI: 10.11606/T.7.2016.tde-06112015-160945
  • Editor: Biblioteca Digital de Teses e Dissertações da USP; Universidade de São Paulo; Escola de Enfermagem
  • Data de criação/publicação: 2015-09-08
  • Formato: Adobe PDF
  • Idioma: Português

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